SINOPSE
Entre 1933 e 1939, uma jornalista alemã coletou sonhos de cidadãos afetados pelas mudanças políticas e pelo terror nazista. Esses relatos, que emergiram em 1966, revelam o medo e a angústia de uma sociedade dividida entre a resistência ao regime e a conformidade. Os sonhos, marcados por figuras como Hitler e Göring, oferecem uma visão trágica e absurda do cotidiano sob opressão.
Os relatos incluem experiências surrealistas, como uma mulher sendo presa por pensamentos sobre Hitler e a substituição de palavras sagradas nas ruas. Esse material, enviado para correspondentes no exterior, se tornou um registro histórico fundamental, explorando a psicodinâmica da dominação fascista e a subjetividade humana em tempos de conflito.