SINOPSE
Entre 2010 e 2013, o Mato Grosso do Sul foi palco de uma intensa investigação sobre a dominação do capital agroindustrial canavieiro. Esse processo revela a exploração significativa da mão de obra, composta por trabalhadores migrantes, indígenas e locais, que enfrentam a crescente pressão do capital em áreas de fronteira agrícola. A aliança entre latifundiários e o Estado se torna evidente, com interesses convergentes em garantir lucros por meio da expansão da Cana-de-açúcar.
As relações de poder estabelecidas nesse contexto resultam em profundas mazelas territoriais. A presença de empresários, tanto nacionais quanto estrangeiros, e a atuação de entidades do agrohidronegócio reforçam essa dinâmica, evidenciando um cenário complexo e desafiador para os trabalhadores e a sociedade local. A análise crítica desse fenômeno é essencial para compreender suas implicações sociais e econômicas.








