SINOPSE
Devaneios metafísicos e chuvas pesadas criam um ambiente propício para a reflexão sobre a inquietação humana diante do universo. Lembranças da infância, como o eterno “por quê?”, se entrelaçam com considerações sobre Aristóteles e o movimento dos astros, conduzindo o leitor por uma jornada existencial onde a razão moderna se vê desafiada por suas próprias certezas.
Um desabafo profundo revela a busca por respostas, trazendo Deus de volta ao centro das discussões. Questões sobre verdades absolutas e o incômodo de pensar intensamente se destacam, mesmo sob a chuva constante.