SINOPSE
Um confronto histórico no Rio de Janeiro revela tensões entre grupos e classes sociais, levando a uma reflexão sobre a materialização desse conflito. A análise da subjetividade ocidental destaca como as classes médias cariocas são moldadas pela mídia, propondo noções de modalidades subjetivas e um modelo de formação de discursos e identidades, representado pela “sala de espelhos”.
A narrativa sugere que, embora a “guerra a Beira-Mar” se insira no contexto de uma “guerra à beira-mar”, ela apresenta uma nova configuração, refletindo a luta entre elites econômicas e classes médias em um cenário socioeconômico contemporâneo complexo.