SINOPSE
Na Era do Algoritmo, decisões cruciais sobre nossas vidas são influenciadas por modelos matemáticos que prometem justiça, mas frequentemente perpetuam desigualdades. Questões como acesso a educação, crédito e serviços de saúde são moldadas por sistemas opacos e não regulamentados, que muitas vezes falham em refletir a realidade de maneira justa.
Esses algoritmos, longe de eliminar preconceitos, reforçam discriminações, criando um ciclo vicioso que marginaliza os menos favorecidos. A análise crítica desses modelos revela um panorama alarmante, onde as regras do jogo favorecem os privilegiados em detrimento dos oprimidos, ameaçando a própria essência da democracia.








