SINOPSE
Uma análise crítica e sensível revela a realidade dos trabalhadores responsáveis pela manutenção das escolas públicas em Minas Gerais. O estudo destaca como o “trabalho sujo”, relacionado à limpeza e zeladoria, perpetua estigmas e marginalização, tornando esses profissionais vulneráveis ao assédio moral. A pesquisa, realizada com 18 Auxiliares de Serviços da Educação Básica em Betim, evidencia a falta de reconhecimento e os vínculos precários que criam um ambiente propício à violência simbólica e psicológica.
Articulando teorias sobre estigma e invisibilidade social, a obra traz contribuições teóricas e práticas. Além de denunciar, propõe políticas públicas inclusivas e a valorização desses profissionais, essenciais para o funcionamento das escolas, mas historicamente silenciados e desvalorizados.