SINOPSE
Retomando o fio de discussões anteriores, a obra explora o papel do analista após o início da análise, questionando como ele conduz esse processo singular. São apresentadas as ferramentas e operadores técnicos utilizados na prática clínica, com foco em dois conceitos essenciais: semblante e interpretação. A abordagem é enriquecida por referências à arte, utilizando o teatro e a poesia como metáforas para esses operadores.
Com um estilo que remete aos seminários de Lacan, a narrativa entrelaça teoria e prática, promovendo um diálogo entre psicanálise, filosofia, ética e linguística. A obra se revela indispensável tanto para iniciantes quanto para aqueles que buscam atualizar seus conhecimentos na clínica psicanalítica.