SINOPSE
Uma crítica bem-humorada ao provincianismo é apresentada através do personagem Dr. Praxedes, um literato que se torna uma caricatura dos costumes do interior. A narrativa explora as nuances do atraso cultural, revelando as peculiaridades da vida rural.
Em outra vertente, a classe política é alvo de sátira na figura de Francelino Lopes, um presidente de província que enfrenta situações cômicas e constrangedoras. A narrativa escatológica traz à tona as fragilidades e absurdos do poder, proporcionando uma reflexão divertida sobre a política.