SINOPSE
Cidades que priorizam serviços eficientes e acessíveis são desejadas por todos, mas o desafio reside em evitar que se tornem meras máquinas a serviço de interesses privados. A ideia de smart cities, muitas vezes associada a grandes empresas de tecnologia, revela-se mais funcional do que realmente participativa e justa, levantando questões sobre a sustentabilidade e a equidade social.
Iniciativas como o projeto Decode em Amsterdã e Barcelona, e o programa Datacités em Paris, buscam devolver o controle de dados aos cidadãos. Essas abordagens promovem uma gestão cooperativa, essencial para a construção de cidades inteligentes que sejam verdadeiramente democráticas e inclusivas.








