SINOPSE
Uma imersão visceral nos recantos mais sombrios da alma aguarda o leitor, que se depara com a dor de confrontar seu próprio reflexo. A narrativa poética e introspectiva revela um algoz interno, repleto de arrependimentos e silêncios pesados, enquanto evoca a fragilidade de um “brinquedo quebrado” e a impossibilidade de recompor uma “louça partida em mil e um pedaços”.
A jornada não se limita à melancolia, pois há um delicado equilíbrio entre angústia e redenção. Mesmo nas noites assombradas, surgem momentos de luz, transformando a experiência em um instrumento de autoconhecimento e libertação.