SINOPSE
Frequentador da República das Letras no início do século XX, Manoel Bomfim dedicou-se à crítica da educação primária e ao abandono dessa questão pelo governo. Sua análise da formação da nacionalidade brasileira e das causas do desenvolvimento imperfeito do país revela uma perspectiva inovadora, ao rejeitar explicações baseadas na natureza ou na raça.
Através da escolha de obras como O Brasil na história, Rebeca Gontijo insere Bomfim no contexto do nacionalismo e da historiografia da Primeira República. Sua leitura oferece uma nova compreensão da cultura histórica da época e do papel de Bomfim na historiografia.