SINOPSE
Fogo e água, caos e isolamento revelam as dualidades da criatividade divina. Um alfabeto primordial, que transcende o físico, é composto por elementos que falam de renovação e singularidade. Montanhas e vales representam a permanência e a passagem, enquanto vulcões e ilhas expressam a beleza do desmembramento e da transformação.
Essa reflexão sobre a criação nos leva a entender o paradoxo intrínseco à vida: para que algo novo surja, é necessário que algo se desfaça. A sabedoria se manifesta na capacidade de isolar e, ao mesmo tempo, gerar o extraordinário.