SINOPSE
A análise da independência funcional do controlador interno em municípios com até vinte mil habitantes revela um cenário onde a indicação política muitas vezes se sobrepõe à competência técnica. Essa realidade resulta na escolha de controladores que, em vez de atuarem com imparcialidade, podem se ver pressionados a omitir irregularidades, comprometendo a eficácia do controle interno.
A falta de segregação de funções e a ausência de autonomia prejudicam não apenas a gestão pública, mas também a integridade do sistema, já que o papel do controlador deve ser o de recomendar boas práticas e evitar que erros sejam expostos apenas nas auditorias externas.








