SINOPSE
Um território pouco explorado surge entre a fé, o silêncio e a ansiedade, onde as perguntas se fazem ouvir. A coragem de questionar se torna um ato de purificação das crenças, levando a reflexões sobre moral, culpa e contradições espirituais. A narrativa revela a experiência de uma mente inquieta, que busca sentido e não se conforma com respostas automáticas.
A ansiedade é apresentada como uma consciência em movimento, um desconforto que provoca reflexão. Este percurso convida à lucidez emocional e à maturidade espiritual, mostrando que questionar é, na verdade, uma forma de fé.