SINOPSE
Contos de ficção se entrelaçam no sertão do cangaço, onde a violência e o mito coexistem em um ambiente brutal e simbólico. Inspirados por figuras históricas, os relatos não buscam a verdade, mas recriam um sertão literário, onde homens de couro desafiam a ordem e deixam um rastro de sangue e poeira. A narrativa apresenta o cangaço como uma força mítica, repleta de fé, vingança e destino.
A linguagem é áspera e imagética, transformando o imaginário nordestino em uma experiência literária intensa. Entre demônios do sol e vilas aterrorizadas, surgem reflexões sobre poder e miséria, oferecendo uma visão poética do sertão como um território de conflito e invenção.