SINOPSE
Um poema que explora a dualidade entre ternura e indiferença, revelando como as flores se tornam símbolos de delicadeza e alívio para as dores da vida. Elas transmitem mensagens sutis, trazendo leveza aos momentos difíceis e servindo como um apelo à sensibilidade.
Além de representarem o amor, as flores também evocam a morte, criando uma conexão profunda entre vida e ausência. A metáfora central sugere que, mesmo sem coração, essas flores permanecem vivas, desafiando a compreensão do que significa realmente estar vivo.