SINOPSE
A morte se apresenta como um ciclo imutável, enquanto a vida revela sua essência mutante, manifestando-se em corpos de diversas formas e tamanhos. A cada transformação celular, a conexão com a origem primordial se reafirma, trazendo à tona a poesia que reside na matéria, refletindo a sabedoria de que tudo retorna ao seu estado inicial.
O olhar do poeta se desvia do presente instável e do futuro incerto, ignorando o que o define e o que deseja. Essa ausência de foco no tempo ressalta a natureza mutante da existência, onde amor e transformação coexistem em harmonia.