SINOPSE
Um estudo aprofundado sobre as diretivas antecipadas de vontade revela a intersecção entre biodireito e bioética, fundamentando a teoria do direito positivo. A pesquisa busca demonstrar a viabilidade da aplicação dessas diretivas no contexto jurídico brasileiro, especialmente para pacientes em estado terminal, visando garantir uma morte digna e menos sofrida, diante da ausência de legislação específica.
A análise abrange o instituto das diretivas, incluindo o testamento vital, e diferencia conceitos como eutanásia, distanásia e ortotanásia. O trabalho avalia a importância da adoção dessas diretrizes para assegurar dignidade aos pacientes em situações críticas.