SINOPSE
Movimentos populistas e de protesto frequentemente emergem de um sentimento profundo de desigualdade, que é alimentado pelo funcionamento do sistema bancário. Através de uma linguagem acessível, a obra revela como os bancos, ao criarem a maior parte do dinheiro em circulação, perpetuam a discriminação e transferem riqueza de muitos para poucos, enquanto desfrutam de proteção contra a concorrência.
O texto convida à reflexão sobre a falta de curiosidade em relação às operações bancárias, que impactam diretamente as finanças pessoais. Além de expor os segredos obscuros do setor, oferece uma análise sincera sobre criptomoedas, questionando a resistência dos bancos em adotar inovações tecnológicas que poderiam democratizar o acesso à informação financeira.







