SINOPSE
O mito de Erisícton ilustra a autodestruição de um rei consumido pela insaciabilidade, refletindo uma crítica profunda à natureza humana. A análise revela a “pulsão de morte do capitalismo”, onde a violência extrema emerge da falta de sentido e da negação de limites, características de uma sociedade dominada pela mercantilização.
Retomar o diálogo com a tradição psicanalítica é essencial para entender que o sujeito não é um indivíduo livre, mas sim moldado pelas restrições do capitalismo. Desenredar as complexas interações que levam à colaboração com o sistema opressor é fundamental para uma transformação que busque a verdadeira felicidade, desvinculada das amarras capitalistas.