SINOPSE
Silêncios podem ser tanto um abrigo quanto uma prisão. A narrativa explora os efeitos da repressão emocional e da autocobrança, especialmente entre mulheres em relacionamentos. Reflexões sobre identidade e pertencimento revelam os limites entre manter vínculos e perder-se em nome do amor e das expectativas.
Com uma abordagem honesta, o texto convida à reflexão sobre as dinâmicas silenciosas que permeiam as relações, destacando o que não é dito, mas se acumula no corpo e na mente. É um chamado à escuta interna e ao reconhecimento da importância de não silenciar a própria essência.