SINOPSE
Uma crítica propositiva à Igreja contemporânea revela a crise do cristianismo como uma oportunidade de transformação coletiva. A obra convida a abandonar o egocentrismo eclesiástico, que se manifesta em fixações no passado e interesses institucionais, como clericalismo e fundamentalismo. A nostalgia de um passado idealizado limita o potencial da fé, enquanto a coragem de mudar exige uma participação consciente no Mistério de Cristo, superando os limites institucionais.
Com profundidade e perspicácia, a narrativa desafia a Igreja a encontrar uma espiritualidade mais autêntica e significativa. É um chamado cativante para uma fé dinâmica, comprometida com o amor e a justiça, essencial para um cristianismo renovado e relevante em um mundo em constante transformação.