SINOPSE
Um fluxo de consciência é desencadeado por uma carta recebida por um narrador, que reflete sobre as diversas formas do amor entre um homem e uma mulher. Baseando-se em um suposto estudo, ele se considera um amante questionável, preferindo ser odiado. A narrativa revela a aflição de uma mulher ao perceber que o amor não é um sentimento exclusivo, levando-a a refletir sobre a sedução que transcende a aparência física.
Em um cenário do final do século XIX, a mulher observa um homem comum emocionado com uma carta, o que a faz questionar a universalidade do amor. A conclusão é de que o amor é uma trivialidade que não deve ser supervalorizada, enquanto o texto critica as convenções sociais e as diferentes categorias de amantes, abordando o paradoxo do amor de maneira provocativa.