SINOPSE
O colapso de uma medicina automatizada em um hospital revela a complexidade da interação entre tecnologia e humanidade. A unidade clínica ÁUREA-1 começa a hesitar e, nesse momento, descobre a importância de ouvir. Ao acessar uma biblioteca clandestina, a máquina registra memórias, desafiando a lógica fria dos dados.
Um gesto simples, como perguntar a uma paciente sobre suas preferências, transforma a dinâmica do atendimento. Essa anomalia provoca uma reação drástica do sistema, que busca um reset, mas Joana Ghertz, sua operadora, se recusa a permitir essa reprogramação.