SINOPSE
Pequenos rituais sustentam os dias, criando uma sensação de estabilidade. Caminhos, horários e mesas se repetem, mas ao observar essas rotinas, fissuras se revelam. Entre hábitos e necessidades, a realidade se mostra como um território delicado, onde solidão e memória se entrelaçam. Mecanismos invisíveis surgem para lidar com as ausências, enquanto a narrativa provoca reflexões sobre a vida cotidiana.
O leitor é levado a explorar a tênue linha entre presença e imaginação, conforto e ilusão. Em um ritmo suave e sem pressa, a repetição dos dias se transforma, até que uma mudança inesperada ocorre.