SINOPSE
Refletindo sobre a condição atual de museus e instituições culturais, a autora aborda a exploração de saberes e produções artísticas de populações marginalizadas, que são utilizadas para beneficiar as elites brancas colonialistas. A proposta central é desmantelar essas estruturas, substituindo-as por novas formas de gestão e apresentação das riquezas culturais, assegurando que a circulação de objetos e conhecimentos seja mediada por um compromisso genuíno com as comunidades representadas.
O conceito de pós-museu emerge como uma alternativa, promovendo um espaço de exposição que considera análises críticas de arquitetura e história nas artes. Nesse novo ambiente, as condições de trabalho de todos os envolvidos são respeitadas, e as hierarquias de gênero, classe, raça e religião são questionadas, promovendo uma verdadeira transformação cultural.