SINOPSE
Catástrofes ancestrais moldam o presente, revelando as raízes do colonialismo e do racismo que ameaçam a existência global. A antropóloga explora como o projeto iluminista ocidental contribui para crises contemporâneas, onde a riqueza de alguns é construída sobre a miséria de outros. Através de referências a pensadores como Glissant e Arendt, a narrativa destaca a violência colonial e a destruição ambiental, evidenciando a desconexão entre o bem-estar de poucos e a degradação de muitos.
O liberalismo tardio, ao lidar com movimentos sociais anticoloniais, frequentemente ignora as bases racistas de suas práticas. Em vez de transformação real, surgem desculpas e políticas superficiais. A solução para a emergência atual reside na valorização dos saberes dos povos subjugados, que foram silenciados e explorados, mas que detêm conhecimentos essenciais para um futuro mais justo e sustentável.