SINOPSE
O sistema carcerário brasileiro enfrenta desafios significativos, onde a pena muitas vezes se restringe à retribuição, sem promover a verdadeira reintegração social. A urgência por transformações profundas se destaca, propondo uma mudança de paradigmas que vá além de soluções superficiais. Nesse contexto, surgem práticas de Justiça Restaurativa como alternativas ao modelo tradicional de punição, buscando promover paz e inclusão.
Os capítulos exploram a narrativa do caos nas prisões, políticas criminais para melhorias, e os fundamentos da Justiça Restaurativa. Além disso, são discutidos os potenciais e riscos dessa abordagem, visando a resolução de conflitos e a melhoria das condições dos envolvidos no sistema.