SINOPSE
Vinte e três sonetos inéditos revelam a profundidade da natureza humana, explorando as interações entre o erotismo e a espiritualidade. Através de uma linguagem que transita entre o vulgar e o sutil, os versos desnudam a complexidade das relações humanas, refletindo sobre o mal e suas manifestações. A estrutura não cronológica das composições sugere uma progressão intencional, onde a linguagem se transforma ao longo da obra.
Nos primeiros sonetos, a realidade carnal é descrita de forma crua, enquanto os últimos revelam uma busca por dimensões espirituais. Entre esses extremos, surgem combinações que mesclam aspectos físicos e psicológicos, conduzindo a uma reflexão profunda sobre a dualidade da existência humana.







