SINOPSE
Uma profunda investigação revela como traduções e escolhas metodológicas podem alterar significados, influenciando a formação do cristianismo primitivo. A análise parte do contexto do Segundo Templo e dos Manuscritos do Mar Morto, desafiando a noção de um “texto bíblico único” ao expor tradições e variantes. A tensão entre a Tanakh hebraica e a Septuaginta grega é explorada, destacando como a mudança de idioma transforma a leitura e a direção teológica.
Além da análise histórica, a reflexão sobre o uso contemporâneo dos textos é crucial, pois quando utilizados como armas, podem causar danos reais e legitimar discursos de ódio. A proposta é um retorno à fé como justiça e cuidado, em contraste com interpretações que promovem exclusão e condenação.