SINOPSE
Destinos e vontades frequentemente se desencontram, levando a planos frustrados. A análise das relações de poder no Brasil revela que, embora a Constituição afirme que todo poder emana do povo, a realidade mostra quem realmente detém esse poder. Um sistema autorreferente, adaptável a crises, perpetua sua própria existência, desafiando a noção de cidadania e liberdade na escolha de representantes.
Reflexões sobre a macroarquitetura constitucional e a inflação legislativa são apresentadas através de referências a pensadores como Platão e Bobbio. A obra provoca questionamentos sobre o futuro e a possibilidade de mudança em um Estado aparelhado.