SINOPSE
A crescente dependência química no Brasil gerou uma verdadeira “indústria da reabilitação”, com a proliferação de clínicas e comunidades terapêuticas. Nesses locais, muitos dependentes são internados de maneira involuntária e enfrentam situações desumanas, repletas de constrangimentos e abusos. O relato de um ex-interno revela a realidade cruel dessas instituições, que, apesar de sua reputação, operam de forma antiética e abusiva.
Os constantes maus-tratos e o ambiente opressivo não apenas falham em proporcionar tratamento eficaz, mas também deixam marcas profundas na saúde mental dos pacientes, que frequentemente saem mais fragilizados do que entraram. Essa narrativa serve como um alerta sobre as práticas desumanas que persistem nesse sistema de reabilitação.