SINOPSE
Uma pesquisa interdisciplinar explora a intersecção entre Direito, Meio Ambiente e Patrimônio Cultural, focando nos territórios quilombolas. A crítica ao conceito de patrimônio cultural como algo isolado é central, propondo uma abordagem que valoriza a vivência e a territorialidade das comunidades. O texto investiga a gestão cultural colaborativa como um modelo eficaz para a proteção e a valorização do patrimônio quilombola, considerando a dinâmica social e as práticas comunitárias.
Além disso, são abordados os desafios impostos pela modernidade e pela estrutura burocrática, que afetam as práticas sociais quilombolas. A reestruturação do Direito é discutida, visando uma proteção mais adequada do patrimônio cultural, enquanto se busca integrar as dimensões culturais, econômicas e ecológicas das comunidades, promovendo um diálogo entre passado e presente.