SINOPSE
A premissa do retorno à história é fundamental para o projeto sionista, que se baseia na negação do exílio como um elemento central da identidade e memória coletiva de Israel. Essa abordagem busca criar uma coletividade judaica com uma narrativa nacional, ignorando a rica diversidade da experiência judaica ao longo da história, que abrange diferentes contextos, culturas e línguas.
O ensaio apresenta evidências dessa diversidade e critica a des-historicização da existência judaica promovida pelo sionismo. Em contraposição a essa visão, é proposta a ideia de binacionalismo, que busca estabelecer um vínculo entre judeus e árabes, desafiando as divisões criadas por essa ideologia nacionalista.