SINOPSE
Refletir sobre a psicanálise revela um espelho que muitas vezes ignora a diversidade da experiência humana, perpetuando estruturas de opressão. Reconhecer essa pluralidade é essencial para enfrentar as consequências do racismo e das dinâmicas sociais que nos cercam. A proposta de uma clínica antirracista e decolonial surge como um desafio necessário, que busca transformar a prática psicanalítica e suas abordagens.
Movimentos coletivos e experiências compartilhadas são fundamentais para construir novas lógicas que respeitem e integrem as diferentes realidades. Essa jornada convida a uma reflexão profunda sobre o inconsciente e suas implicações, abrindo caminhos para um futuro mais inclusivo e consciente na psicanálise.