SINOPSE
Analisam-se os eventos políticos no Brasil entre 2013 e 2020, que moldaram a figura de um inimigo público, levando à sua desumanização e perseguição. Essa construção imaginária influenciou mentalidades em diversos setores, refletindo traços históricos de violência que foram ressignificados em um contexto de intolerância e punitivismo, predominante na sociedade brasileira.
A pesquisa investiga como a personalidade autoritária e a destrutividade humana se manifestaram, sendo absorvidas por indivíduos comuns e lideranças sob a justificativa de moralismo e anticorrupção. A reflexão ética sobre essas tendências revela um narcisismo espiritual, especialmente entre lideranças religiosas que legitimaram tais comportamentos.







