SINOPSE
O Brasil é um país repleto de fenômenos, onde alguns geram orgulho e outros, vergonha. O jeitinho brasileiro, representado pela famosa lei de Gérson, é um exemplo do que leva a uma percepção negativa sobre a seriedade nacional. Eike Batista, um nome que emergiu no cenário econômico em 2001, exemplifica essa dualidade. Sua ascensão começou com uma termelétrica em Cuiabá, onde o gás natural boliviano era adquirido a preços vantajosos, revelando um padrão que se repete em outras figuras controversas da história.
Explorar a trajetória de Batista é desvendar um fenômeno arquetípico que se conecta a outros casos emblemáticos, como Kenneth Lay e Bernie Madoff. A narrativa convida o leitor a refletir sobre as nuances do sucesso e do fracasso, além de questionar a ética por trás das conquistas. A análise crítica promete desmascarar as verdades ocultas por trás das aparências, revelando o que realmente significa ser um fenômeno no Brasil.