SINOPSE
Explorando a intersecção entre inconsciente, gozo e escrita, a narrativa propõe uma reflexão profunda sobre a experiência da tradução, essencial para a psicanálise. A ideia de “desdobrar a língua” se revela como um ato de tradução, onde a comunicação nunca é totalmente clara, sempre sugerindo um sentido que permanece por vir. Essa perspectiva amplia a compreensão de que toda fala e escrita são, em essência, traduções de um original ainda não revelado.
Ao discutir o conceito de “alíngua”, a autora investiga como essa experiência singular de tradução se relaciona com as marcas afetivas deixadas pela língua no corpo do falante. Através de exemplos de diversos autores e práticas linguísticas, a obra oferece uma visão inovadora sobre o trânsito entre línguas, enriquecendo o entendimento do fenômeno da tradução e suas implicações na produção de sentido.