SINOPSE
A formação de símbolos emerge como um continente de significados emocionais no contexto analítico, revelando a construção individual desses elementos. A obra explora cenas observadas em bebês, além de sessões de análise com crianças e adultos, destacando a autonomia dos símbolos em relação à cultura e aos signos.
A busca por compreender as formações simbólicas é impulsionada pela expectativa de que profissionais da psicanálise possam desvendar a intimidade desse processo durante as sessões. Essa reflexão pessoal oferece uma nova perspectiva sobre a experiência analítica e suas nuances emocionais.