SINOPSE
Reflexões sobre a consciência e o caos permeiam a mente do narrador, que transita entre a megalomania e o niilismo. Em seus devaneios metafísicos, ele se confronta com sua grandeza e sua decadência, revelando as complexidades de seu eu-lírico através de uma prosa que mescla o novelesco ao lírico, o irônico ao contemplativo.
A narrativa apresenta um poeta que, preso em sua própria sujeira, não consegue buscar a filha na escola. Essa situação absurda provoca um misto de raiva e compaixão, criando uma experiência de leitura intensa e perturbadora, repleta de humor ácido.







