SINOPSE
Em fevereiro de 1963, a escritora americana Sylvia Plath deixou um legado poético profundo, mesmo após sua trágica morte em Londres. Sua produção literária intensa a consolidou como uma das vozes mais significativas do século XX, especialmente após sua separação do poeta Ted Hughes. Uma análise psicanalítica de sua obra revela a presença de elementos destrutivos que permeiam seu processo criativo.
Explorando a interconexão entre vida, obra e morte, a narrativa destaca como esses impulsos influenciam os limites da escrita, revelando tanto sua funcionalidade quanto sua disfuncionalidade. Uma reflexão sobre a complexidade da criação literária.