SINOPSE
Reflexões sobre os limites da leitura, memória e existência permeiam as páginas, onde figuras simbólicas como Dom Quixote e Colombo revelam a tensão entre linguagem e realidade. A narrativa explora o poder transformador da leitura, a identidade em constante mudança e a subjetividade em sua jornada errática e simbólica.
Com um estilo que oscila entre delírio e rigor, a obra oferece um retrato melancólico da experiência humana, onde arte, infância, perda e errância se entrelaçam. A multiplicidade de vozes convida a uma travessia entre o silêncio e o indizível.