SINOPSE
Decisões políticas e esportivas frequentemente se entrelaçam, como demonstrado pela liberação de jogadores de basquete norte-americanos para as Olimpíadas. Essa escolha, longe de ser uma resposta à derrota para o Brasil nos Jogos Pan-Americanos, foi influenciada pela atuação de um congressista de estatura imponente. O contexto revela como interesses e pressões externas moldam o cenário esportivo, trazendo à tona questões de identidade e representação.
Um episódio marcante é o de Tomie Smith e John Carlos, atletas que, junto ao australiano Peter Norman, protagonizaram um ato de resistência durante os Jogos Olímpicos de 1968. Sua história de superação e solidariedade ressoa até hoje, oferecendo uma reflexão profunda sobre discriminação e luta por direitos, cativando leitores que buscam compreender o impacto social do esporte.








