SINOPSE
Nos anos 70, os bailes black e suas equipes de som se espalhavam pelos bairros operários, tornando-se um espaço vibrante de troca cultural e expressão de ideias libertárias. A juventude, autodenominada blacks ou browns, encontrava nesse fenômeno uma forma de resistência e identidade, que reverberava não apenas no Rio de Janeiro, mas em todo o Brasil.
O Movimento Black Rio surge como um importante elo dentro de um contexto pan-africanista, refletindo as influências e as lutas de comunidades africanas ao redor do mundo. Essa rica tapeçaria cultural revela a força e a resiliência de um povo em busca de reconhecimento e valorização.