SINOPSE
Questões sobre o papel dos sentidos na memória e a importância da palavra permeiam este ensaio instigante. Relatos de vida de quatro músicos cegos, formados em uma escola especializada em Belo Horizonte entre as décadas de 1930 e 1960, são analisados à luz dos signos de Proust, revelando conexões entre suas experiências e a literatura.
Através da narrativa, a memória é explorada tanto pela percepção sensorial quanto pelo ato de contar histórias, destacando a riqueza das vivências e a influência do contexto cultural na formação da identidade.