SINOPSE
A realidade dos motoristas de aplicativos revela uma nova forma de precarização no cenário da economia digital. Embora ofereçam flexibilidade, esses profissionais enfrentam uma estrutura desigual, onde custos e riscos são transferidos para eles. Empresas como Uber e 99 operam com algoritmos que conectam motoristas e passageiros, retendo uma parte significativa do valor das corridas, o que impacta diretamente na renda líquida dos trabalhadores.
Os motoristas arcam com despesas como combustível, manutenção e seguros, o que exige longas jornadas para garantir uma renda mínima. Essa situação é ainda mais crítica em economias emergentes, onde a falta de regulamentação e a vulnerabilidade econômica acentuam a desigualdade, tornando a discussão sobre direitos trabalhistas e regulamentação um tema complexo e controverso.