SINOPSE
A análise do cabelo transcende sua função biológica, revelando-se como um importante símbolo de resistência cultural e expressão social. Através das práticas nos salões étnicos de Belo Horizonte, a manipulação do cabelo crespo é explorada, destacando penteados de origem africana que são recriados e reinterpretados, refletindo a identidade negra.
A conscientização sobre a valorização do cabelo contribui significativamente para a reabilitação do corpo negro, desafiando representações negativas enraizadas em uma cultura racista e promovendo uma nova perspectiva sobre a estética e a identidade.