SINOPSE
Escrita intensa e radicalmente honesta, a narrativa reúne lamentações que refletem uma existência vivida entre a resistência e a fragilidade. Em primeira pessoa, são exploradas perdas silenciosas, medos cotidianos e a exaustão de seguir em frente, transformando cada texto em um registro ético do que não pôde ser salvo. A obra não promete cura ou alívio, mas recusa a romantização da dor.
Voltada para aqueles que buscam uma filosofia do real, a leitura revela que sentir não é fraqueza e resistir é um ato humano de permanência lúcida diante da própria história.