SINOPSE
Raízes históricas do ressentimento entre alguns adeptos do islamismo são analisadas, traçando uma linha do tempo desde a fundação da religião muçulmana até os conflitos contemporâneos. A narrativa abrange a era dos califas, o Império Otomano e a dominação colonial, culminando em eventos do século XX que moldaram a violência atual, como a formação do Estado de Israel e o 11 de setembro.
A ascensão de doutrinas que pregam um retorno ao islã “puro” é interpretada como uma manipulação das tradições religiosas. A intersecção entre política e religião no islamismo revela a urgência de jovens muçulmanos em cumprir a jihad, refletindo uma busca por identidade em tempos de modernidade.