SINOPSE
O significado de far∙ma∙kí∙a atravessa séculos, representando tanto remédio quanto veneno, ciência e feitiçaria. A jornada começa com os curandeiros da Grécia Antiga e se estende até as controvérsias da indústria farmacêutica atual. O termo revela como a medicina foi moldada, demonizada e renasceu, sempre oscilando entre cura e perigo.
Explorando a essência ambígua que pode salvar ou matar, a narrativa conecta passado e presente, abordando temas como psicotrópicos, conspirações religiosas e ética médica. Uma reflexão instigante sobre a relação entre humanidade e medicina, desafiando-nos a repensar o que consumimos.